CHEFE DA CASA CIVIL PARTICIPA NO UGANDA PARA ASSISTIR TOMADA DE POSSE DE YOWERI MUSEVENI

O Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio Manuel da Fonseca, representa o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, na terça-feira, 12, em Kampala, na cerimónia de tomada de posse do presidente eleito do Uganda, Yoweri Museveni.
TEXTO: REDACÇÃO
FOTOGRAFIA: CEDIDAS
Dionísio Manuel da Fonseca desloca-se na qualidade de enviado especial e é portador de uma mensagem do Presidente da República João Lourenço dirigida ao seu homólogo ugandês, reeleito nas eleições presidenciais de Janeiro do ano em curso.
De acordo com uma nota a que a MW Press teve acesso esta segunda-feira, 11, o acto de investidura decorrerá no Centro de Cerimónias de Kololo e contará com a presença de chefes de Estado e de Governo de vários países. À sua chegada, o Ministro de Estado foi recebido pelo representante da missão diplomática de Angola no Quénia, Jorge Kassesse.
Museveni reeleito Presidente do Uganda
Yoweri Museveni, à frente do Uganda desde 1986, foi proclamado vencedor das eleições presidenciais,conforme resultados anunciados a 17 de Janeiro desde ano, pela comissão eleitoral. Na altura, o principal opositor Bobi Wine rejeitou os resultados, denunciou fraude e apelou aos ugandeses para saírem às ruas em protesto.
Segundo os resultados finais anunciados pelo presidente da comissão eleitoral, Simon Mugenyi Byabakama, o ex-guerrilheiro de 81 anos obteve 71,65% dos votos, contra 24,72% para Bobi Wine.
A campanha eleitoral ficou marcada pelo corte do acesso à Internet que está em vigor deste terça-feira, levando a várias críticas da oposição e até das Nações Unidas. Porém, as autoridades daquele país justificaram o bloqueio como uma medida necessária para conter a difusão de desinformação e o incitamento à violência.
A votação decorreu num clima “marcado por uma repressão e intimidação generalizadas”, segundo a ONU e, pelo menos, 400 apoiantes de Bobi Wine foram detidos durante a sua campanha, avança a ong Amnistia Internacional. O opositor, habituado a usar um colete à prova de balas, acusou várias vezes o governo de “fraude massiva” e de ataques a dirigentes do seu partido.
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